Erro coletivo
É comum ouvir alguém reclamar a respeito da presença de uma pessoa complicada em sua vida.
Pode ser algum parente, vizinho ou colega de trabalho.
Em geral, está presente o raciocínio de que a vida seria boa sem os problemas trazidos por aquela pessoa.
Por vezes, há até alguma indignação com quem tem dificuldades físicas ou psíquicas.
Quem é convocado ao auxílio e à compreensão não raro se sente indignado.
Entretanto, urge refletir que a Lei Divina é perfeita.
Ela estabelece a felicidade e o equilíbrio como naturais resultados da observação de seus preceitos.
Por outro lado, toda violação dos estatutos cósmicos enseja problemas.
Contudo, o erro raramente é individual.
O defraudamento dos deveres de honestidade, pureza e respeito ao semelhante costuma surgir de um contexto complexo.
Quando alguém comete desatinos, de ordinário tal se dá sob o influxo de vários envolvidos.
Esses podem ser os pais, que não cumpriram a contento seu dever de educação.
Deixaram-se levar por múltiplos afazeres e não deram ao filho a atenção e as orientações necessárias.
Ou então, foram amigos que incentivaram ao vício.
Quem sabe, irmãos ou outros parentes que deram maus exemplos.
Talvez, um namorado ou namorada que fez falsas promessas e gerou grande dor moral.
O certo é que poucas vezes alguém erra sozinho, sem a influência de terceiros.
Ocorre que é da lei que quem cai junto se reerga em conjunto.
Os partícipes do erro são naturalmente convocados a auxiliar no reajuste.
Conforme o grau de sua participação na derrocada moral, devem colaborar no soerguimento.
Assim, a presença de alguém complicado em sua vida não é uma injustiça e nem fruto do acaso.
Justamente por isso, não procure saídas fáceis ou desonrosas.
Libertar-se de uma situação constringente não é o mesmo que fugir dela.
A Lei Divina é perfeita e ninguém consegue ludibriá-la.
A atitude de fuga apenas denota rebeldia e complica a situação do devedor.
Para se libertar de semelhante conjuntura adversa, somente mediante o exercício da fraternidade.
Faça o seu melhor no auxílio aos que o rodeiam.
Ampare física e moralmente os que se apresentam frágeis e viciados, do corpo e da alma.
Saiba que a paz em sua vida será o resultado natural da consciência tranquila pelo dever bem cumprido.
E, principalmente, cuide para não induzir ninguém a trilhar caminhos indignos.
Preste atenção no que diz e faz, a fim de não ser partícipe de atos torpes.
Muitos testemunham seus atos e palavras e podem ser influenciados por eles.
Mesmo sem desejar, você pode assumir graves responsabilidades e complicar seu futuro.
Pense nisso.
Redação do site de origem.
Comentários
Alisson
Gostei, muito dessa mensagem representa minha familia e a mim... foi uma profunda reflexão sobre meus (nossos) conceitos,,,
Amanda Oliveira
nossa, era tudo o que eu precisava neste momento. Agradeço de coração a todos os colaboradores deste site! Esta mensagem era tudo o que eu precisava, valeu...
NELSON CRAVO
Todo o espirita tem obrigação moral de criar nos demais, um pacto de paz, harmonia, e amizade entre todos os seres. deve implementar, perante os seres conflituosos um meio de informação que os leve há reconciliação, e prever desfeixos, lamentaveis, prevenindo-os.
idelamarte oliveira
Ao nascer, uma criança é uma página em branco onde seus circunstantes vão escrever com a caneta do seu próprio proceder. Daí a razão porque afirmo sermos, todos nós, educadores em potencial e, portanto, responsáveis perante a LÊI pelo futuro da humanidade
no tocante á sua evolução espiritual, razão primeira da existéncia do plano material. Como todo professor
tem que adquirir conhecimentos afim de transmiti-los
a outrem, devemos, com essa finalidade, aprimorar nossos conhecimentos na prática do amor ao próximo,
da toleráncia, da caridade e. principalmente do nosso exemplo, modo mais eficiente de educação. Daí a razão pela qual é louvável a existéncia desse site na luta contra o que se chamou de \"ERRO COLETIVO\". E é, esse
proceder, o único caminho capaz de nos levar á felicidade que tantos procuram sem mesmo saberem o que é e onde está...
Evilon Luiz de Souza
Achei muito interessante o manuscrito, creio que possivelmente com as andanças, complicações dos dias, demaziados afazeres, esquecemos ou simplesmente nos psico-adaptamos a pequenas coisas que surgem ao longo dos dias, frases, atos que por sua vez podem e acabam influenciando o comportamento de outros,pois somos reflexões de nosso meio, cultura, até mesmo nos mancomunamos as malfazejas de alguns somente pela passividade. Acabamos voluntariamente errando e participando do ciclo vicioso.